Oportunidades

•24/08/2009 • Deixe um comentário

Faz tempo, né?

O outro dia eu lí que a vida de uma pessoa é determinada pelas oportunidades. Incluindo ai (e principalmente, penso eu) aquelas que ela perde. A minha vida, eu acho que foi, e está sendo até agora, definida por duas grandes oportunidades: a garota lá do outro post foi a que eu perdi. E eu ainda não consegui me decidir se isso foi bom ou ruim. As vezes, acho que foi bom, outras em dias como hoje, ruim demais. Já se fazem, sei lá, 7, 8, 9 anos, a preguiça me impede de contar, e ainda assim, sometimes o coração fica tão apertado que parece que acabou de acontecer. Sei que começou, oficialmente, em um 28 de agosto qualquer.

A segunda grande oportunidade, e esta eu estou lutando contra a minha acomodação natural  e mais ainda contra a minha tendência a me imergir no trabalho que estou tendo é o crescimento do meu filho. Ele tem agora quase três anos. E apesar de só balbuciar alguma meia duzia de palavras ainda (a fonoaudióloga diz que ele é preguiçoso: talvez pelo menos nisso tenha saido a mim) me espanto, como todo pai coruja, com a sua capacidade de me enrolar e ainda mais com o seu conhecimento do vocabulário.

Não é que outro dia eu vi ele arrastando o carregador do celular como se fora um carrinho. Deixei pra lá, pelo menos estava se divertindo. Mais tarde, quando enfim precisei to tal aparato, perguntei, G., aonde está o carregador do papai. Não é que o moleque me puxou pelo braço até um canto aonde estava a tralha, apontou com o dedo e fez um sonoro: ta-dam!! Dificil de reproduzir em palavras mas cujo som assemelha-se com aqueles orchestra hit quando alguém ganha um prêmio, sabem?

Eu não sabia que ele conhecia o ta-dam, e muito menos tinha idéia de que ele pudesse saber que diabos era um carregador de celular!

Mas, voltando as oportunidades, em um destes dias chatos como esta segunda, não era segunda, eu resolvi entrar no batepapo da uol, com o sugestivo e seletivo nick de “só se for magrela“, talvez eu já tenha falado sobre essa minha predileção, talvez não, nem lembro. Conversei com algumas garotas, várias gordinhas ofendidas, algumas magrelas que não estavam muito de acordo com as minhas brincadeiras e o tempo foi passando. Mais ou menos na hora do almoço entrou uma garota de nick Quelrida. Chamei-a para conversar e ela perguntou como eu tinha advinhado. Pesava 40 kilos.

Conversamos durante algum tempo quando ela disse que iria sair, o tempo estava acabando e estava em uma lan-house. Trocamos telefone e, pelo menos para mim, fica só nisso mesmo. Mas resolvi aproveitar essa oportunidade e ligar. Raquel, era esse o seu nome era dessas garotas doidinhas, algo entre geek e nerd. Trabalhava em uma dessas grandes lojas de video-game e, esqueceu que era o dia de folga e foi trabalhar. Eu também já fiz isto!!!  Chegando lá e descobrindo a trapalhada aproveitou para fazer comprar, navegar na net e passear só para não ter que voltar para casa. Ísto eu também já fiz.

Combinamos de nos encontrar na estação de metro do braz, já que ela viria de trêm de alguma cidade próxima (suzano, itaquá, agora eu não lembro mesmo!!!). Dei uma desculpa qualquer aqui no trabalho e segui rumo a mais um encontro as cegas, sim eu já tinha me dado mal com isso, mas não aprendo, né.

Chegando na estação liguei, e nada de funcionar o celular dela, sempre a indefectivel mensagem desligado ou fora de área. Achei que tinha tomado um nabo. Caminhei pela estação por algum tempo. Imagine-se tentando encontrar uma pessoa que você não conhece em meio a uma pequena multidão de pessoas, por sorte não era ainda horário de pico, tendo apenas uma descrição superficial.

Depois de um tempão andando por ali e já quase desistindo vi uma garota que poderia ser senão fosse um pequeno detalhe: esta usava brincos de serpente e a minha Raquel estaria usando brincos de semente (ei… não estou louco, se acha que não existem brincos de semente, dá uma olhada no google images).

Enfim, apesar da minha trapalhada fonética, ela era a garota que procurava. Raquel era uma bela gata negra. Tamanho pp, cerca de 1,60m, seios do tamanho de uma pequena pera e uma bundinha que cabia enchia na medida sua, lá dela, calça jeans justissima. Vestia também uma baby look branca que deixa seu umbigo com piercing à mostra.

Tinha cabelos pretos, lisos e longos. Raquel tinha os olhos mais pretos, instigantes que eu já vira até então. O olhar que mistura inôcência e safadeza que só as garotas que cruzaram a pouco a linha da maioridade tem. Tinha também piercings vários. Que eu me lembro: sombrancelha, orelha, língua, nariz além do já citado umbigo. Lendo pode parecer exagerado, mas não. Tudo harmonizava.

Perguntei se queria ir para algum outro lugar, sugeri o shopping tatuapé que ficava a duas estações dali. Ela disse que não, que tinha namorado e tal, que era só pra me conhecer mesmo. Sinceramente eu só estava a fim de compania mesmo, alguém diferente para jogar conversa fora.

E falamos!!! Umas 4 horas encostados em um dos parapeitos da estação que deixava ver os trêns quando eles passavam. Conversamos sobre tudo, video games, alias seu assunto preferido, cinema e ritual de acasalamento dos pombos. Escola, viagens para a praia, futebol. Carros, novelas e mulheres.

A esta altura já eram cerca de 5 horas da tarde, os trens e o metro estavam lotados. Raquel disse que teria que ir embora. Disse que era uma pena pois estava muito boa a conversa, apesar da incomoda posição e agora do barulho que nos obrigava a praticamente a gritar para que nos entendessemos.

Raquel me pegou pela mão e disse: venha até aqui. Fui..

Andou, andou, andou até que achou um canto mais reservado, me agarrou e já enfiando a lingua na minha boca. Ela era aquele tipo de garota selvagem, que beija, chupa, morde, aperta, geme, se esfrega, tudo ao mesmo tempo. Confesso que, eu já estava nesta época com uns 30 anos (não que atualmente eu tenha muito mais do que isso), fiquei um pouco assustado pois tinha um bom tempo que não praticava este tipo de romance adolescente e exibicionista em público.

A propósito, já fui convidado a me retirar de tantos shoppings, repartiçoes públicas, lanchonetes e  lugares que nem lembro. Mas isto foram em outros tempos. Hoje sou um cara discreto.

Raquel, como disse, não era uma garota de muita carne, mas a que tinha, era de primeira, estava toda durinha e no lugar certo.

Porém, sempre tem um porém, eu tenho uma consciência que via de regra me atrapalha e não seria diferente hoje. Já sabendo que, certamente colocaria tudo a perder, fiz a fatidica pergunta: E o seu namorado?

Foi como jogar um balde de água retirada diretamente do rio Indirka. Momento putaria também é cultura inútil: Até onde sei, o rio Indirka fica na região norte-oriental da Sibéria. Neste local foi registrada a menor temperatura em local habitado do planeta, -71.2 graus negativos. A temperatura habitual é de cerca de -50 graus.

Voltando a narrativa, após a minha pergunta Raquel ficou quieta, pensativa, por algum tempo e falou: você é foda. Virou-se e deu alguns passos para frente. Parou por um momento, virou-se novamente, voltou e disse no meu ouvido: “ele vive pisando na bola comigo, então…”  Então alguma coisa que eu não entendi pois ela já estava mordendo a minha orelha e esfregando seu corpo esquio no meu.

Determinado a não cometer mais trapalhadas e por tudo a perder novamente, tentei deixar a vergonha de lado e ataquei a gata como aparentemente ela gostava de ser atacada: mordidas, chupões em lugares estratégicos, passadas de mão e coisas do tipo. Quando já estavamos explodindo de tesão, convidei-a para ir a minha casa. O que ela negou, convidei-a então para irmos pelo menos a um motel ali perto (eu estava sem grana, mas nestas horas, pensa a cabeça de baixo). Alguns beijos, amassos e sarradas depois…

Amigos, tenho que trabalhar…  :-(
Mas o relato continuará em breve. Prometo.

Hoje não vai ter show, alguém mudou de idéia

•03/03/2009 • Deixe um comentário

ou Não é Só Mais Uma História de Putaria. Ocorre é que eu tenho muitas histórias para contar, mas não tenho muito tempo. Então meses se passam sem que possa escrever uma linha sequer.

O motivo de estar escrevendo hoje e que parei, não consigo fazer mais nada que preste. Nem escrever, na verdade. As idéias estão ainda um pouco desconexas.

Tudo começou como se fosse um dia daqueles comuns: noite mal dormida por conta do calor, a noite mais quente desde que começaram a medir sistematicamente, isso lá pela década de 1940, segundo o cara do rádio. Depois trânsito, nada interessante no trabalho, isto é, os mesmos problemas de sempre. As vezes é até melhor que seja assim.

Lá pelas 10, remedinho para pressão, remedinho para o colesterol, remedinho para a fome. As 12:00, almoço. Só uma saladinha. Na volta, o calor ainda está de matar, pelo menos a mulherada fica mais solta. Mas isso não vem ao caso.

O que vem ao caso é que, ao passar no McDonalds, como sempre e para não perder o costume, só de brincadeira, eu falei, como faço todos os dias, ao cara que foi almoçar comigo.

- Vai pagar o McFlurry?

Acho que aquele velho ditado, água mole em pedra dura, esqueci o resto, funciona mesmo. Pois hoje, depois de meses ouvindo a mesma coisa, ele resolveu pagar.

Estavamos na fila, quando ouvi uma voz que me lembrou alguém familiar. Como faria o Leão da Montanha, utilizei a saida estratégica para a direita e me posicionei perto de uma coluna. Não era só a voz que era familiar, o rosto, os olhos um pouco verdes, o corpo esquio.

Ela olhou, eu olhei, desviamos, nos olhamos e assim foi indo.

Eu não tenho 100% de certeza porque as pessoas envelhecem, mudam um pouco com o tempo. E sete ou oito anos é uma quantidade a se considerar. Sinais caracteristicos ela não tinha, ou não lembro mais.

De novo, uma tatuagem, semi escondida na nuca, a nuca de doce sabor. Beijos, mordidas e lambidas, disso não me esqueço. O que ajudaria a indentifica-lá seria uma oclusão, mas quando nos separamos (tá o primeiro e único até agora, grande nabo da minha vida), estava fazendo exames para colocar aparelho ortodontico de forma que fiquei sem saber se colocou ou não.

Como não falei com a tal mulher tampouco ela comigo, ficarei para sempre na incerteza, e assim vezes é melhor assim. Fato é que, depois desse suposto encontro casual, fiquel mal.

Acometido de uma tremenda nostalgina e com contade de me enterrar em um buraco, sem duplo sentido, por favor, fundo.

O tal McFlurry ficou sem sabor, talvez nunca consiga experimentá-lo movanente. Agora até o sol se foi, e já posso ouvir uns trovões.

Agora a lembrança de outros tempos está sentada frente a minha mesa. Ela me fita e eu a fito, não trocamos palavras, mas sabemos do que passou. Cada centimetro de asfalto do longo e tortuoso caminho até parada de taipas é uma memória, e embora já não lembrar perfeitamente do seu rosto nem reconhecê-la com certeza, posso repetir cada uma das palavras que me disse, posso relembrar cada atimo dos momentos, e foram tantos e tão poucos, que passamos juntos.

Se pudesse agora eu te diria Tatizinha linda, meu amor. Ma eu não posso. Não faz mal. Talvez você não possa, e o mais provável é que nem queria, mesmo escutar.

Amigos leitores, foi mal o desabafo, mas c’est la vie, ou como diria um velho amigo, parodiando o velho ditado nem tudo são fodas.

Exibidas

•02/03/2009 • Deixe um comentário

Tem tanta garota exibida por ai, não é mesmo??

Me digam o que acham desta?

Tem que ter peito 2

•28/11/2008 • Deixe um comentário

Tem que ter peito

•18/11/2008 • Deixe um comentário

Amigas

•11/09/2008 • Deixe um comentário
Amigas

Amigas

A essas amigas safadas me deixam louco.

Eu tô usando um exocet, calcinha!

•11/09/2008 • Deixe um comentário

Mande também a sua foto para publicarmos aqui.

<

Depois tem mais!!

Melhor que uma

•09/06/2008 • 5 Comentários

Acho que todo o cara tem a fantasia de transar com duas garotas ao mesmo tempo. Se não todos, pelo menos a maoria deles. Conversando com uns amigos descobri que é um negócio um tanto quanto raro de acontecer pois as vezes é dificil convencer uma só, imagine duas.

E para as mulheres, será que também é comum essa fantasia de transar com dois caras? A todas que tive oportunidade de perguntar, exceto uma, disseram que não. Essa disse que transaria com dois caras ao mesmo tempo se eles fossem gêmeos. Freak show total.

Enfim, essa história aconteceu não tem muito tempo e foi minha primeira vez com duas.

Conheci uma garota chamada Thaise em um bate papo. Thaise era loira, lá pelos 1,70m e um pouco, não exageradamente, gordinha. Estranho né, no post da japinha tarada eu disse que preferia as magrelas, mas até agora só contei história de gordinhas. Assim é a vida ou, como já dizia o velho ditado, nem só de pão, veja bem eu disse pão e não pau, vive o homem.

Continuando, a tal loira até que era ajeitadinha. Bundão gostoso, e muito elegante. Dava para para passear de mãos dadas sem estresse. Conversamos bastante pelo telefone e saiamos durante a semana quando eu a ia buscar na faculdade. Geralmente iamos tomar um chocolate, já que a conheci no inverno, no Frans Café ou dar umas voltas no shopping. No começo era só amizade, já que ela namorava. Claro que eu queria era uma amizade mais intima. Demorou alguns encontros para conseguir beija-lá. E beijava gostoso a moça. Sabia aonde enfiar a língua, e dosar a quantidade certa para não ficar aquele beijo seco nem aquela nojeira melecada. Naquela época ela namorava um, segundo suas, lá dela, palavras, babaca que só queria saber de curtir e nem gostava muito dela. Mas, sei lá porque, não largava dele. Alias, até hoje não entendo direito porque as garotas não fazem a fila andar e ficam sofrendo com esses caras. Se souberem me digam.

Do beijo para o motel ainda demorou um tempinho. Confesso que passou mais de dez encontros, mas como não havia ninguém mais na mira, fomos levando. Principalmente porque ela não me cobrava quase nada. Se tivesse uns 10 quilinhos a menos e uns 5 cm a mais, certamente teria me apaixonado. Não liguem, sou fútil assim mesmo.

Nos entendiamos bem na conversa e na cama. Alias, na cama, no chão, na banheira, no carro e aonde for. Thaise tinha alguns bloqueios e certas coisas não rolavam. Nunca liberou aquele cuzinho apertado, na verdade não deixar nem chegar com a mão perto. No oral ela mandava muito bem, sabia chupar como poucas, mas nunca deixava eu terminar na sua boca gostosa.

Mas as histórias de nossa putarias conto em outra oportunidade. O que acordei lembrando hoje foi na verdade da amiga da Thaise.

Foi em um final de semana, o único que ficamos juntos. O namorado dela tinha que fazer alguma coisa e não poderiam sair. Thaise, no auge dos seus 20 anos adorava uma balada, eu nunca gostei muito dessa bagunça toda, mas iriamos para uma. Valia a pena o esforço. No sábado à tarde ela me ligou perguntando se não podiamos fazer alguma coisa mais light, um barzinho, ou restaurante e se ela podia levar uma amiga que não se divertia muito.

Não vou dizer que fiquei empolgado já que nem passou pela minha cabeça o que poderia rolar. Já imaginei que a amiga era chatona, tribufú e além do mais ia atrapalhar tudo. Mas enfim, ela que levasse a tal amiga.

A amiga (esqueci o nome) era uma branquela, com longos cabelos pretos. E segundo a Thaise, tinha terminado um relacionamento já algum tempo e depois disso, nada. Muito legal ela, boa conversa e tudo o mais.

Jantamos e na hora de levar Rafalela (lembrei o nome, não é esse, mas lembrei) embora, a Thaise, que dormiria na minha casa, a convidou para dormir lá também. Quando ela aceitou, pensei que tinha acabado a minha noite, já que não tenho quarto de hóspedes e não ia deixar a garota dormir na sala né.

Como já estava com a noite perdida, apreveitei o caminho de volta para beijar Thaise ali no carro mesmo, cada farol, esquina ou o que fosse, dava uma parada e puxava a boca da loira para a minha. E a coisa foi esquentando. Eu que sou totalmente timido e não gosto de platéia, fiquei super sem jeito quando Thaise, sem cerimônia meteu a mão no meu pau, por cima da calça mesmo. No banco de trás, vi pelo retrovisor que a branquela também ficou envergonhada.

E foi aquela putaria o caminho inteiro. Vez ou outra olhava no retrovisor o o olhar de Rafaela cruzava com o meu, e então ela soria, um tanto quanto sem jeito.

Chegamos em casa lá pouco antes da 1h. Como ainda era cedo e ninguém estava com sono, ficamos conversando, bebendo e assistindo tv. Thaise comandava o controle, mas não parava em canal algum. Vez ou outra passava pelo multishow, que primeiro estava passando umas garotas fazendo strip e mais tarde, um porno leve que nos deixou, pelo menos a mim, um tanto quanto excitado. Acho que também Thaise e Rafaela ficaram pois a conversa fluiu naturalmente para sexo.

Lá pelas 2:30h, resolvemos ir dormir. Thaise apareceu com um camisolinha preta, não era transparente nem nada, mas a deixava muito gostosa. Rafaela, por outro lado não tinha levado nada. Para não ter que dormir de roupas, ofereci uma camiseta. Quando voltou, já com a camiseta pensei: caralho, que tesão de mulher. A branquela era realmente tesuda. Pernas longas, branquinhas, seios pequenos e pontudos, querendo furar a camiseta. Meu amigo subiu na hora. Fiquei enrolando ali no sofá para disfarçar.

Falei para que ambas dormissem na cama que eu dormiria no sofá, mas Thaise disse que caberiamos nós 3 sem problemas. Rafaela disse que meus olhos até brilharam e rimos muito.

Deitamos, Rafaela em uma ponta, eu na outra e Thaise no meio. É claro que fui para cima da Thaise, achei que não ia rolar nada, mas ela correspondeu aos meus beijos. Rafaela mandava que parassemos a todo instante enquanto a loira só ria. Confesso que aquela era uma situação bem estranha para mim, e apesar da esfregação toda meu pau só ficava a meia bomba, Thaise por sua vez, estava completamente encharcada e já tinha gozado duas vezes, uma na minha mão e outra esfregando sua buceta bem depilada na minha perna.

Quando percebeu que, se dependesse de mim, não ia ter um pau de verdade na buceta Thaise veio toda meiga, com voz de safada que ela sabia muito bem fazer e disse no meu ouvido:

- Goza na minha boca!

De meia bomba meu amigo já ficou duro que nem pedra. Quando Thaise desceu, sob as cobertas e meteu aquela boca molhada no meu pau vi que Rafaela estava bem acordada e tocava uma siririca com as duas mãos.

Não consegui resistir, puxei uma de suas mãos meladas e coloquei na minha boca. Adoro o sabor acre de uma buceta bem cuidada. Um dos melhores, na minha opinão. Enquanto isso Thaise mandava bala na chupeta, estava ficando dificil de segurar para não gozar logo e acabar com a brincadeira, como chupava bem aquela menina.

Eu não sabia se Thaise sabia ou não que Rafaela estava acordada. E não queria por as coisas à perder, por outro lado, estava louco para, pelo menos pegar a Rafaela. Esticava o braço para o lado e alisava seus pequenos peitos durinhos e pontudos, ela deu um jeito de eu conseguir alçancar sua buceta, lisinha, sem nenhum pentelho, eu particularmente prefiro as com alguns pelinhos, mas não seria por conta disso que iria dispensar. Rafaela também lambia meus dedos melados da sua própria buceta.

Neste ponto não havia nem como imaginar que Thaise não sabia Rafaela estava acordada. Muito barulho, muitos gemidos e o cheiro de sexo dominava o quarto. Acendi o abajur para poder apreciar melhor a cena já que estavamos na escuridão completa. Praticamente ao mesmo tempo Thaise puxou o lencol e chamou Rafaela para brincar lá embaixo também. Enquanto Rafalela chupava o meu pau, Thaise colocava, ora uma, ora outra, hora as duas, bolas do meu saco na sua boca.

Não deu para segurar por muito tempo, minutos depois já tinha enchido a boca da Rafaela com um montão de porra. Thaise protestou, já que pela primeira vez ela tinha tomado coragem de deixar que alguém gozasse em sua boca. A branquela, com cara de safada, abriu a boca e mostrou que ainda havia um monte de porra em sua boca no que Thaise foi lá, e a beijou.

Eu realmente não acreditava que aquilo estava acontecendo. Rafaela eu acabara de conhecer, mas Thaise sempre me pareceu uma mulher que não gostava muito de putaria. Ela mesmo me contara que curtia várias coisas. Thaise que já havia mandado a camisola para longe faz tempo tirando a camiseta e calcinha da Rafaela enquanto eu procurava desesperadamente uma camisinha no criado mudo era uma cena bem surreal.

Com o moleque Já vestido com a camisinha Thaise veio por cima e sentou gostosamente no meu pau, enquanto Rafaela, enquanto a lambia de cima a baixo, boca, pescoço, peitos, buceta e meu pau simultaneamente. Ao mesmo tempo, eu enfiava dois, as vezes três dedos na bucete da Rafaela quando era possível alcançá-la.

Mais uma vez, não deu para segurar por muito tempo, e gozei mais uma vez. Thaise pegou a porra que   estava na camisinha e espalhou pelo seu corpo, que Rafaela não tardou em lamber. Enquanto isso eu dava um belo trato na buceta lisinha e também no cuzinho da magrela. Thaise gozou na boca da Rafaela e esta gozou na minha. A pegação continuou por toda a madrugada e se estendeu até lá pelas 8 ou 9 da manhã. Não comi mais ninguém daquela vez, mas fiquei com o pau ralado de tanta esfregação e com bolinhas na ponta da língua de tanta buceta que chupei. Acho que com as meninas foi igual.

Rafaela nunca mais a ví, com Thaise sai mais algumas vezes, mas nunca mais ela se propos a fazer uma festinha igual a que rolara naquele dia. Infelizmente fiquei só na vontade de comer a branquela magrela.

 

 

Japinha tarada

•05/06/2008 • 1 Comentário

Claudia (assim mesmo, sem acento) era uma garota um tanto quanto infeliz. Tinha sido largada pelo namorado, o que certa forma, para ela foi até bom, já que pelo que me contou, ele só a explorava.

Ela morava em alguma cidade do interior de São Paulo que já não lembro mais. Conversamos pelo Messenger frequentemente e de vez em quando pelo telefone. Claudia era gordinha. Vou abrir um parenteses para explicar a minha preferencia. Garotas com pelo menos 15Kg abaixo da altura que estiver acima de um metro. Por exemplo 1,70m uns 55Kg. Antes que me xinguem, sei que isso não tem sentido, mas é assim que gosto. Fecha o parenteses. Já não lembro altura tampouco o peso da Claudia, mas para mim, era gordinha.

Isso foi uma barreira, pois até então só queria saber das magrelas. Como disse, conversávamos bastante, como amigos de internet. Se a auto estima pudesse ser medida de 1 a 10, a de Claudia era 0. Mas eu sempre dava um jeito, desinteressadamente, de levantar um pouco a bola da garota.

Certo dia, convesso, eu havia navegado por uns sites adultos com tema sadomasoquista. Sempre gostei dessa coisa toda, inclusive já tinha feito algumas brincadeiras com uma garota que namorei.Mas tudo empiricamente. O fato é que, naquele dia eu estava de pau duro, com muito tesão e a Claudia me chamou no Messenger com a lenga lenga de sempre. Que ninguém gostava dela e por ai vai.

Fui criando um cenário em sua cabeça, falando para imaginar situações. Surtiu efeito pois ela disse que se sentia bem melhor. Ai fui em que começou com o papo deprê. Que estava sozinho, estas coisas. Nunca haviamos conversado sobre sexo quando lhe enviei o link da página que estava acessando. Já esperava que ela achasse nojento, que não falasse mais comigo ou coisa que o valha.

Mas não para meu espanto ela não achou nada, legalzinho, me disse que lembro. Eu disse que gostaria que ela estivesse aqui, que ia ver. Ela perguntou “O que”. E fomos criando uma história, que saiu do messenger, foi para o telefone e acabou em uma punheta para mim e uma siririca para ela.

É claro que, como não podria deixar de ser a história que inventamos tinha muitos elementos de Sadomasoquismo. Desde este dia, nossa conversa mudou. A japinha depre virou uma grande tarada, toda vez que nos falávamos ela queria dar uma trepada virtual. O que as vezes me fez passar por maus bocados porque grande parte das vezes eu estava no trabalho. Sempre faziamos alguma brincadeira relacionada a sadomasoquismo, as vezes ela dominava, mas certamente sua preferencia era se submissa.

Uma sexta feira, conversamos toda a tarde pela internet de forma que à noite, já em casa, eu estava com as bolas doendo e cheio de tesão e o que é pior, sem nenhuma perpectiva para encontrar alguém quando ela apareceu no messenger.

Disse que tinha uma supresa: tinha acabado de comprar uma webcam. Ajudei-a a instalar e não é que a japinha, que só havia visto por fotos, era gostozinha mesmo. Baixinha com peitão, cabelos compridos, sorriso fácil. Como disse meio gordinha, mas para quem está a perigo…

Estava vestida com um jeans e uma blusinha se bem me lembro. Nada extravagante. Eu, tímido que sou, fui conversando normalmente. Até que ela começou com graça, me mostrou seu corpo, ainda vestido. Eu fui dando corda. Tirou a blusa, depois a calça. Vestiu as lingeries que tinha. Pagou um peitinho rapidamente até que começamos a nossa brincadeira.

Falei que compraria para ela uns prendedores de seios. E a brincadeira foi por ai. Disse que era uma pena ela não estar sozinha pois senão poderiamos improvisar com uns pregadores de roupa. Ela disse que seria fácil conseguir.

E conseguiu. Mandei que os colocasse nos bicos. Ela os colocou, disse que doia muito, mas aguentava. Neste ponto ela estava só de calcinha e salto, com um pregador em cada mamilo, e um na lingua. Claudia suportava bem a dor e adorava ser humilhada. Mandei que tirasse a calcinha e ficasse só de salto. Ela relutou muito, mas como boa cadela, acabou tirando. Foi meio decepcionante para mim, já que sua buceta era muito peluda e, particularmente eu prefiro as bem aparadas ou totalmente depiladas.

Dei uma senhora bronca o que a deixou ainda mais excitada, a certa altura ela me disse que sua buceta estava pingando de tesão. Não acreditei até que me mostrasse o chão molhado. Fiz com que tirasse o prendedor da língua (o que ela cofessou ser um grande alívio) e lambesse seus próprios liquidos do chão. Ela topava tudo.

Depois fiz com que enfiasse um dedo em sua buceta, depois outro e depois mais um. O quarto não entrou. Apesar de tarada, Claudia era um tanto quanto inexperiente e muito apertada. Como castigo por não conseguir colocar o quarto dedo, mandei que colocasse prendedores mas pregas da sua buceta e no clitóris.

No final já sem os prendedores ela bateu uma demorada siririca com um vidro de perfume enterrado na buceta, para que eu pudesse ve-la gozar. Ainda tentei tirar o cabacinho anal, mesmo que virtual mas não teve jeito. Prometi que quando a visse de verdade, não iria perdoa-lo, ela que se preparasse.

E do meu lado, me acabei na punheta. Mas como já diz o meu mantra pessoal: punheta é bom, punheta é bom, mas eu gosto de é buceta. Estava louco para passar a vara, desta vez, de verdade naquela japinha tarada e se possível ainda fazer alguma cena sado para nos dar ainda mais prazer.