Japinha tarada
Claudia (assim mesmo, sem acento) era uma garota um tanto quanto infeliz. Tinha sido largada pelo namorado, o que certa forma, para ela foi até bom, já que pelo que me contou, ele só a explorava.
Ela morava em alguma cidade do interior de São Paulo que já não lembro mais. Conversamos pelo Messenger frequentemente e de vez em quando pelo telefone. Claudia era gordinha. Vou abrir um parenteses para explicar a minha preferencia. Garotas com pelo menos 15Kg abaixo da altura que estiver acima de um metro. Por exemplo 1,70m uns 55Kg. Antes que me xinguem, sei que isso não tem sentido, mas é assim que gosto. Fecha o parenteses. Já não lembro altura tampouco o peso da Claudia, mas para mim, era gordinha.
Isso foi uma barreira, pois até então só queria saber das magrelas. Como disse, conversávamos bastante, como amigos de internet. Se a auto estima pudesse ser medida de 1 a 10, a de Claudia era 0. Mas eu sempre dava um jeito, desinteressadamente, de levantar um pouco a bola da garota.
Certo dia, convesso, eu havia navegado por uns sites adultos com tema sadomasoquista. Sempre gostei dessa coisa toda, inclusive já tinha feito algumas brincadeiras com uma garota que namorei.Mas tudo empiricamente. O fato é que, naquele dia eu estava de pau duro, com muito tesão e a Claudia me chamou no Messenger com a lenga lenga de sempre. Que ninguém gostava dela e por ai vai.
Fui criando um cenário em sua cabeça, falando para imaginar situações. Surtiu efeito pois ela disse que se sentia bem melhor. Ai fui em que começou com o papo deprê. Que estava sozinho, estas coisas. Nunca haviamos conversado sobre sexo quando lhe enviei o link da página que estava acessando. Já esperava que ela achasse nojento, que não falasse mais comigo ou coisa que o valha.
Mas não para meu espanto ela não achou nada, legalzinho, me disse que lembro. Eu disse que gostaria que ela estivesse aqui, que ia ver. Ela perguntou “O que”. E fomos criando uma história, que saiu do messenger, foi para o telefone e acabou em uma punheta para mim e uma siririca para ela.
É claro que, como não podria deixar de ser a história que inventamos tinha muitos elementos de Sadomasoquismo. Desde este dia, nossa conversa mudou. A japinha depre virou uma grande tarada, toda vez que nos falávamos ela queria dar uma trepada virtual. O que as vezes me fez passar por maus bocados porque grande parte das vezes eu estava no trabalho. Sempre faziamos alguma brincadeira relacionada a sadomasoquismo, as vezes ela dominava, mas certamente sua preferencia era se submissa.
Uma sexta feira, conversamos toda a tarde pela internet de forma que à noite, já em casa, eu estava com as bolas doendo e cheio de tesão e o que é pior, sem nenhuma perpectiva para encontrar alguém quando ela apareceu no messenger.
Disse que tinha uma supresa: tinha acabado de comprar uma webcam. Ajudei-a a instalar e não é que a japinha, que só havia visto por fotos, era gostozinha mesmo. Baixinha com peitão, cabelos compridos, sorriso fácil. Como disse meio gordinha, mas para quem está a perigo…
Estava vestida com um jeans e uma blusinha se bem me lembro. Nada extravagante. Eu, tímido que sou, fui conversando normalmente. Até que ela começou com graça, me mostrou seu corpo, ainda vestido. Eu fui dando corda. Tirou a blusa, depois a calça. Vestiu as lingeries que tinha. Pagou um peitinho rapidamente até que começamos a nossa brincadeira.
Falei que compraria para ela uns prendedores de seios. E a brincadeira foi por ai. Disse que era uma pena ela não estar sozinha pois senão poderiamos improvisar com uns pregadores de roupa. Ela disse que seria fácil conseguir.
E conseguiu. Mandei que os colocasse nos bicos. Ela os colocou, disse que doia muito, mas aguentava. Neste ponto ela estava só de calcinha e salto, com um pregador em cada mamilo, e um na lingua. Claudia suportava bem a dor e adorava ser humilhada. Mandei que tirasse a calcinha e ficasse só de salto. Ela relutou muito, mas como boa cadela, acabou tirando. Foi meio decepcionante para mim, já que sua buceta era muito peluda e, particularmente eu prefiro as bem aparadas ou totalmente depiladas.
Dei uma senhora bronca o que a deixou ainda mais excitada, a certa altura ela me disse que sua buceta estava pingando de tesão. Não acreditei até que me mostrasse o chão molhado. Fiz com que tirasse o prendedor da língua (o que ela cofessou ser um grande alívio) e lambesse seus próprios liquidos do chão. Ela topava tudo.
Depois fiz com que enfiasse um dedo em sua buceta, depois outro e depois mais um. O quarto não entrou. Apesar de tarada, Claudia era um tanto quanto inexperiente e muito apertada. Como castigo por não conseguir colocar o quarto dedo, mandei que colocasse prendedores mas pregas da sua buceta e no clitóris.
No final já sem os prendedores ela bateu uma demorada siririca com um vidro de perfume enterrado na buceta, para que eu pudesse ve-la gozar. Ainda tentei tirar o cabacinho anal, mesmo que virtual mas não teve jeito. Prometi que quando a visse de verdade, não iria perdoa-lo, ela que se preparasse.
E do meu lado, me acabei na punheta. Mas como já diz o meu mantra pessoal: punheta é bom, punheta é bom, mas eu gosto de é buceta. Estava louco para passar a vara, desta vez, de verdade naquela japinha tarada e se possível ainda fazer alguma cena sado para nos dar ainda mais prazer.

[...] papo. Thaise era loira, lá pelos 1,70m e um pouco, não exageradamente, gordinha. Estranho né, no post da japinha tarada eu disse que preferia as magrelas, mas até agora só contei história de gordinhas. Assim é a [...]
Melhor que uma « Dez Encontros disse isso em 09/06/2008 às 10:41 |